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Mostrando postagens de março, 2025

SERENATA Nº. 2

Tenho dentro de mim um regional... Um verdadeiro grupo de chorões... (Ah, se eu tivesse vários corações...!) Cada poema é um íntimo sarau... Sou um boêmio no mais alto grau e toco para a Musa meus violões... pandeiros... flautas... minhas emoções... (Imerso em solidão... mas não faz mal...) Aceito a vida... e faço esta seresta, pois meu cantar é tudo o que me resta... (A Poesia me consola um pouco...) Sigo cantando com perseverança, pois alma de poeta não se cansa... e cantarei... até que eu fique rouco...! [04.03.2025]

SERENATA Nº. 1

O que estarás fazendo neste instante...? Vendo um filme...? Fazendo natação...? Andando com teus cães, exuberante...? No teu sofá, ouvindo uma canção...? Tantas coisas suponho, delirante... E eu, mescla de poeta e de ermitão, te escrevo este poema concertante, meus versos que jamais te alcançarão... Mas eu insisto nesta serenata...! Mesmo discreta, ainda solto a voz, antes que minha força diminua: Parece que virei o "homem de lata", personagem do "Mágico de Oz": - Perdi meu coração na tua rua... [04.03.2025]