SERENATA Nº. 2
Tenho dentro de mim um regional... Um verdadeiro grupo de chorões... (Ah, se eu tivesse vários corações...!) Cada poema é um íntimo sarau... Sou um boêmio no mais alto grau e toco para a Musa meus violões... pandeiros... flautas... minhas emoções... (Imerso em solidão... mas não faz mal...) Aceito a vida... e faço esta seresta, pois meu cantar é tudo o que me resta... (A Poesia me consola um pouco...) Sigo cantando com perseverança, pois alma de poeta não se cansa... e cantarei... até que eu fique rouco...! [04.03.2025]