NOTURNO N. 4
Eu e o silêncio encaramos o infinito, enquanto a insônia aproveita a madrugada bebendo uma caneca de café... De repente, uns versos aparecem e pousam na beirada da janela, deixando-se afagar na cabeça... Os versos se juntam e formam um poema, que eu solto na imensidão da noite com a tênue esperança de que voem até a tua janela... 30.04.2026